Archive for the 'Saúde do Bebê' Category

Reflexos

Embora durma e mame na maior parte do tempo nesses primeiros meses, o bebê é capaz de fazer muito mais, acredite! Ele nasce, por exemplo, com muitos reflexos.

Para começar, ele suga. Quer ver outro? Se você colocar seu dedo na mão do seu bebê, ele vai agarrá-lo com força. Os dedinhos dos pés de um recém-nascido também fazem o mesmo movimento ao tocá-los por baixo.

Aos poucos, o bebê adquire novas habilidades. Sua visão ainda não tem muito foco, por isso, é importante ficar bem pertinho dele: no começo, a 20 centímetros de distância. Depois de um mês, a um metro.

Nessa fase ele também pode seguir objetos com o olhar, mas à pequena distância. Embora sua cabeça seja grande e pesada, ele aprende nos primeiros meses a levantá-la quando está deitado de bruços. Boa parte dos bebês responde com um sorriso a outro sorriso e movimenta a cabeça para seguir a mãe. Também reage a barulhos, como o som do chocalho.

Ao final do terceiro mês, início do quarto, ele enxerga todas as cores. Até então, seus olhos captam melhor as cores fortes, contrastantes ou brilhosas. Ele vai aprender a colocar as mãozinhas na boca e logo, logo vai segurar um brinquedo.

 

Texto Social Media / Fonte: www.hipoglos.com.br/

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E se o meu leite for fraco?

Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.
Mesmo no desespero, procure não dar água ou chá para o bebê nos primeiros meses. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira. Não se esqueça: seu leite é o melhor alimento para seu filho.
Texto Social Media
Fonte: Site nossobebe.comunidades.net
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Desmame do Bebê, dúvidas das mães

Para algumas mulheres, o desmame pode ser tão complicado quanto o início da amamentação. Esse processo causa uma mudança no dia a dia da mãe e do bebê. Muitas dúvidas, preocupações e alguns medos passam pela cabeça. O desafio é enfrentar esse processo com confiança para que a transição seja positiva para a mãe e para a criança.

Assista a Reportagem da Revista Crescer com dois especialistas sobre o assunto:

Desmame – Matéria Revista Crescer

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Será que você interpreta corretamente todos os movimentos do seu bebê?

Abrir os olhos, piscar, bocejar, segurar, apertar e soltar objetos, balbuciar sílabas e palavras inexistentes – toda novidade passa a ser um espetáculo digno de admiração (e comemoração) nesse processo. Porém, quando tentam interpretar movimentos simples como esses, algumas pessoas enxergam além do que deveriam.

Um exemplo: quando um bebê com poucos meses de vida começa a emitir sons parecidos com gritos, o que pode estar acontecendo? Muitos responderão, com toda certeza, que ele está tentando chamar atenção e mostrar que está incomodado com alguma coisa. Essa, no entanto, não é a interpretação correta (já que isso acontece apenas quando ele tem mais de 3 ou 4 meses). Quando ainda é bem novinho, o bebê costuma “gritar” simplesmente para treinar as cordas vocais e reconhecer os limites da própria voz. Pode ser, então, que não esteja querendo dizer absolutamente nada!

Conheça alguns comportamentos comuns dos bebê e o que podem significar:

Sorrir

Depois de uma tarde cansativa, você chega perto do berço do seu filho, chama-o pelo nome e ele, adormecido, ameaça abrir um sorriso. Pronto, seu dia ficou instantaneamente mais feliz! Sem jogar um balde de água fria em você (com certeza seu bebê já tem uma ligação sentimental forte com você), mas isso pode não ser uma demonstração de amor. Antes de qualquer coisa, é uma demonstração de bem estar. Até o primeiro mês de vida, os sorrisos aparecem quando o bebê está dormindo como reflexo a qualquer tipo de sensação agradável. Ou seja, ele pode sorrir em qualquer momento que estiver bem alimentado, bem cuidado e em um ambiente quente e aconchegante.

Gritar / Balbuciar

Por volta dos 3 meses, o bebê começa a emitir sons parecidos com gritos. Depois de mais algum tempo, começa a balbuciar sílabas. Mas não precisa quebrar a cabeça em nenhum desses casos. Quando ele “grita”, não quer dizer que está irritado, e, quando balbucia, não quer dizer que está tentando alertar sobre alguma coisa (até porque, nessa idade, ainda não consegue estabelecer relações entre os sons e as palavras). A situação é simples: provavelmente ele está apenas treinando as cordas vocais, emitindo sons enquanto reconhece a própria voz.

Jogar objetos

Você prepara a papinha com todo o cuidado e carinho e coloca seu filho no cadeirão para alimentá-lo. Só que, depois da primeira colherada, ele empurra o pratinho e o derruba no chão. Naquele momento, você pensa: minha comida deve estar horrível! Engano seu. Os bebês são extremamente curiosos em relação ao mundo. Quando derrubam um objeto, querem apenas ver o que vai acontecer quando cair no chão. É uma fase de descobertas constantes, eles não nascem sabendo relações de causa e consequência. Seu filho repetirá movimentos como esse algumas vezes, e você, aos poucos, deve ensiná-lo o que pode e o que não pode fazer.

Vale frisar que, de tudo isso, o mais importante é a comunicação geral que o bebê estabelece com os pais. Basicamente, quando ele costuma fazer contato visual com o pai e a mãe e mantém uma expressão tranquila na maior parte do tempo, quer dizer que o ambiente em que está inserido está saudável. Significa que os pais não precisam se preocupar, pois estão no caminho certo.

 

Texto de Elisa Freres

Fonte: Revista Crescer

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Qual médico? Em busca do obstetra ideal…

A gravidez é um momento mágico, no qual todas as escolhas e decisões são da maior importância. E, quando o assunto é a saúde da gestante e do bebê,a busca pelo obstetra ideal para acompanhar o casal nessa grande aventura deve ser cercada de cuidados e muitas informações. Afinal não há espaço para dúvidas ou erros. Geralmente, quem procura um obstetra é a mulher que engravida pela primeira vez e não tem um ginecologista fixo. Há também pacientes que querem um novo médico porque o anterior não corresponde mais às suas necessidades. Seja qual for o motivo, o objetivo é encontrar um profissional que reúna o maior número de qualidades consideradas essenciais pela futura mãe. E, além dos requisitos obrigatórios — ser formado em medicina com especialização em obstetrícia —, também estão em jogo aspectos subjetivos, pois um médico que se preocupa com a vida pessoal da paciente pode ser ótimo para uns e intrometido para outros. O que conta mesmo é aliar a experiência ao jeito de ser e de pensar do casal.

Pelo plano ou particular?
Você pode optar por um profissional na lista do convênio e marcar uma consulta para avaliar se ele é adequado para acompanhar a sua gravidez. Mas sempre é bom tentar uma indicação de amiga que foi atendida pelo profissional ou de outros médicos do convênio que você conhece. Marque quantas consultas forem necessárias até encontrar o médico que lhe agrade. Se você não tem um convênio ou prefere usar o reembolso para ampliar as opções, vale ainda o critério da indicação. Outro quesito importante passa a ser o preço. Quanto mais o médico é renomado e oferece sofisticação da aparelhagem, mais caro custa. Negocie: divida o pagamento, peça um prazo maior para saldar a dívida, faça pacotes.

Perguntar é preciso
Não tenha vergonha de pesquisar sobre o médico. Saiba em que universidade ele se formou, se participa de congressos, se está atualizado. Também tenha clareza do que vocês desejam. Preferências sobre o tipo de parto, por exemplo, são fundamentais para orientar a escolha do profissional. Não adianta querer um parto em casa com um profissional que nunca fez isso.

Segunda opinião, pode…
A gestação é um período delicado, que pode envolver riscos. Por isso, nunca é demais, em casos de dúvida, ouvir uma segunda opinião.Você tem o direito de consultar outros médicos,caso se sinta insegura ou não entenda o que está sendo feito. Um bom médico, além de ter maturidade para aceitar isso, também pede opiniões a outros colegas.

(Fonte: Revista Crescer)

 

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Papa de melancia, mamão e pera

Surpreenda o paladar do seu bebê com combinações inusitadas de cores e sabores em papinhas bem nutritivas feitas de frutas.

INGREDIENTES

3 xícaras de água

2 xícaras de melancia, sem sementes, cortada em pedacinhos

1 1/2 xícara de mamão, sem sementes, cortado em pedaços

2 xícaras de pera, lavada, sem casca nem sementes, cortada em pedaços.

MODE DE FAZER:

Em uma panela com a água, cozinhe as frutas por 25 minutos ou até ficarem macias. Transfira para o liquidificador e bata até formar uma papinha. Deixe esfriar e sirva.

Rende 6 porções

 

Fonte> bebe.abril.com.br

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Recém-nascido: 18 cuidados essenciais

Recém-nascido: 18 cuidados essenciais

O nascimento do primeiro filho gera ansiedade dúvidas: por que ele não para de chorar? O que fazer para aliviar as cólicas? Qual o jeito certo de segurá-lo? Descubra

 

1. Por que o recém-nascido chora tanto?

O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.

 

2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?

A cólica é um fantasma que habita o inconsciente coletivo das mães, já que ela realmente pode tornar a vida dos pais um tanto angustiante nas primeiras semanas de vida da criança. Mas não perca as estribeiras. As cólicas são normais. Fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. E não adianta medicar ou dar produtos naturais. Isso pode ser até perigoso, causando intoxicações. O melhor remédio é o leite materno. Aquecer a barriga, aconchegar o bebê e deixá-lo na posição fetal também são medidas que ajudam a contornar a situação. Agora, é preciso saber se a cólica é mesmo o motivo da choradeira. A confusão é bastante comum. Choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.

 

3. Posso dar água ou chá para meu bebê?

De preferência, não. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira.

 

4. Qual o jeito certo de segurá-lo?

É normal: carregar um recém-nascido dá aflição. Até mesmo para a mãe. Afinal, segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado – mas nada que você não tire de letra nos primeiros dias. Como a musculatura do pescoço é pouco desenvolvida, é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de fazer isso é encaixar a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e preste atenção para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada moleira, já que os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.

 

5. Qual o melhor horário para dar o banho?

Não existe regra. Em geral, as mães preferem dar à noite para acalmar a criança antes do sono, além de contar com a ajuda do marido. Mas o critério é pessoal. Pode ser em qualquer horário. O mais importante é verificar a temperatura da água com a parte sensível do seu braço, ou com o punho. Se estiver morna, coloque o bebê ali sem receio. Não há necessidade de termômetro. Mas, caso queira usá-lo, veja se marca algo entre 36 e 37 ºC. Ao entrar na água, ele chora? Não se culpe por isso. É normal esse tipo de coisa acontecer. Os pequenos se assustam nessa hora por insegurança. Para contornar a situação, enrole-o em uma fralda de pano em posição fetal. Isso lhe trará o conforto e a segurança de que tanto necessita. Depois, vá soltando a criança ao poucos, até ela se acostumar.

 

6. Em que posição devo colocá-lo para dormir?

De barriga para cima, e sem neura. Os estudos mais recentes mostram isso. Fique tranquila se o leite voltar. Seu pequeno terá reflexos para se defender. Ainda assim, é muito importante só deitá-lo depois de arrotar. Se a criança regurgita demais, é possível usar suportes triangulares para mantê-la deitada de lado, sempre com travesseiro do tipo antissufocamento. Em caso de refluxo, além do acompanhamento médico, procure inclinar a base do berço o máximo que der. Só não passe dos 45 graus.

 

7. É normal fazer cocô muitas vezes num único dia?

No começo, o bebê evacua a cada mamada. Como ele só se alimenta de leite, é absolutamente normal que as fezes sejam pastosas. Em alguns casos, podem até ser líquidas com gruminhos. Por isso, não precisa se preocupar: ele não está com diarreia. A cor também é bastante característica: amarelo-ouro.

 

8. Tudo bem se ele ficar muitos dias sem fazer cocô?

O recém-nascido pode ficar até dois dias sem evacuar. Isso não é comum, principalmente em crianças que mamam no peito, mas pode acontecer. Uma dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo. Em geral, só de tocar superficialmente a região, o pequeno já consegue fazer cocô. Se o problema persistir, procure um pediatra.

 

9. O bebê precisa arrotar toda vez que mama?

Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.

 

10. Posso sair pra passear com ele?

Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.

11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?

O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.

 

12. As visitas podem carregar o bebê?

Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.

 

13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?

Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.

 

14. Será que ele tem refluxo?

O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.

 

15. E se meu leite for fraco?

Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.

 

16. O que faço para o bebê conseguir mamar?

Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.

 

17. Posso mexer no umbigo do meu filho?

Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.

 

18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?

O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.

 

Fonte: bebe.abril.com.br

Por: Giuliano Agmont

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Porque que tem bebês que dormem a noite toda? e Porque tem bebês que acordam a noite toda?

Há crianças que tiram todo o pique da mãe porque acordam o tempo todo, especialmente à noite, outras preocupam porque dormem demais. Seu filho é assim? Então descubra o que pode estar por trás dessa preguiça toda.

No primeiro mês de vida, é absolutamente normal ele ficar acordado somente para mamar e tomar banho. Sem saber diferenciar a noite do dia, dorme e acorda diversas vezes ao longo do dia. Vale lembrar que cada criança tem seu “jeitinho”.

A grande diferença está no passar dos meses, é normal que o bebê continue acordar varias vezes na noite e é nessa hora que deve entrar a disciplina dos pais.

Os especialistas indicam que os pequenos devem adormecer de forma correta e tranquila. E a primeira delas é não permitir que a criança durma no colo do adulto. Isso mesmo, nada de ‘nanar’ o seu bebê! A criança deve ser colocada ainda acordada em seu berço para que aprenda a adormecer sozinha. E nada de acordar o bebê à noite para a troca de fraldas. A higiene precisa ser feita antes do sono e as fraldas devem ser do tipo noturnas, que absorvem o xixi por mais tempo.

Noites em claro

Assim como os adultos, os bebês também podem sofrer de insônia. Ela caracteriza-se pela dificuldade em adormecer ou um grande número de despertares durante a noite com dificuldade em voltar ao sono. As causas para as noites em claro podem ser diversas, desde problemas orgânicos até situações psicológicas como ansiedade ou depressão. Mas muitas vezes a razão está nos hábitos dos pais.

A ausência ou desorganização nas pistas sensoriais que moldam o sono dos bebês, como excesso de luz e barulho, podem fazê-lo entender que não é hora de dormir.

Por isso, comece já a criar um clima adequado para o pequeno dormir. A partir dos três meses de idade, ele terá condições de consolidar as horas de sono. E você também!

 

 

Fonte: bebe.bolsademulher.com

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5 erros mais comuns que as mães cometem no trânsito

  shutterstock

A revista americana American Baby e o Safe Kids Worldwide, organização internacional que divulga informações sobre segurança infantil, anunciaram os resultados de uma pesquisa exclusiva sobre mães no trânsito. Eles descobriram que 10% das 2,4 mil entrevistadas já bateram o carro enquanto transportavam os filhos. Aqui no Brasil, infelizmente, não há dados específicos sobre pais ou mães, mas números do Ministério da Saúde mostram que acidentes de automóvel estão entre as três principais causas de morte acidental de crianças entre 0 e 9 anos.

Esses dados são de 2010, e a expectativa é que os números mudem com a adoção da lei das cadeirinhas, que entrou em vigor no mesmo ano. Mesmo assim, é papel do motorista fazer o melhor para evitar acidentes. Com base na pesquisa americana, especialistas brasileiros levantaram os cinco erros mais comuns que as mães cometem ao dirigir com as crianças e, claro, como evitá-los. Confira:

1) Preocupar-se com coisas demais enquanto dirige

“Tornou-se parte da nossa cultura não apenas dirigir, mas dirigir fazendo vinte outras coisas”, mas há um pequeno detalhe biológico que não podemos desconsiderar: ser multi-tarefa é uma característica das mulheres, especialmente após o nascimento dos filhos. Os hormônios envolvidos na gravidez e no parto agem sobre as estruturas neurais, alterando a atenção e a memória. É por isso que elas conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo e guardar um monte de informações. No entanto, essa característica pode dar à mãe a sensação de que está sobrecarregada ou que não consegue direcionar seu foco para uma coisa só – por exemplo, prestar atenção no trânsito. Segundo o neurologista Rodrigo Schultz, do Instituto da Memória da Univerdade Federal de São Paulo, algumas coisas podem ajudar as mulheres a se concentrarem. Uma delas é se planejar e fazer sempre um check-list antes de entrar no carro. Assim, quando você começar a dirigir não precisa ficar se perguntando se colocou o cinto na criança, pegou as fraldas e trancou a porta de casa. Se estiver em uma rua movimentada e seu filho quiser conversar, explique que precisa se concentrar e que dará atenção em alguns minutos. Se possível, deixe algo com a criança para ela se entreter. Importante é evitar tirar os olhos do trânsito.

2) Mexer em celulares e tablets

De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), falar ao celular segurando o telefone é a principal distração no trânsito. Para as mães, o cenário não é diferente. A pesquisa americana revelou que 78% das entrevistadas falam ao telefone enquanto dirigem e 26% checam e-mails ao volante. Em uma enquete feita no Facebook da Revista CRESCER, 48% das mães que responderam confessaram que sempre atendem o celular no volante, um hábito tão perigoso quanto dirigir alcoolizado. Por isso, da próxima vez que o celular tocar no carro, pense na segurança de todos. Se a ansiedade for muito grande, experimente colocar os aparelhos no modo silencioso e deixá-los dentro da bolsa.

3) Resolver problemas da criança com o carro em movimento

É instintivo. Quando percebemos algo de errado, o bebê chora ou os irmãos brigam, a reação imediata é olhar para o banco de trás, esticar os braços e tentar resolver o problema. O capitão Paulo Oliveira, chefe do setor operacional do Comando de Policiamento de Trânsito da Capital (SP), alerta que essa não é a melhor solução. “A gente sabe que com criança é complicado, nunca sabemos o que ela está aprontando ali atrás. Mas é importante não perder o foco no trânsito. Caso o motorista precise tomar alguma providência, deve estacionar em local seguro”. Ou seja, se você acha que aquele choro é mais do que uma manha ou sentiu que alguma coisa não vai bem com a criança, o ideal é parar o carro. Em caso de viagens longas, Alessandra Françóia, da ONG Criança Segura, recomenda que os pais façam uma pausa de hora em hora para evitar que as crianças fiquem irritadas.

4) Uso inadequado de equipamentos de segurança

Sim, o uso de equipamentos de segurança para as crianças virou lei, mas instalar os acessórios de forma incorreta pode ser tão ruim quanto não tê-los. Antes de mais nada, é preciso saber quais são esses equipamentos: para bebês de até 1 ano, o bebê conforto; para crianças de 1 a 4 anos, a cadeirinha; para crianças de 4 a 7, o assento de elevação. A partir dessa idade, o cinto de segurança sempre. Para evitar problemas, só compre produtos certificados pelo Inmetro e siga os manuais de instrução. Outra dica importante é não abrir exceções para as crianças. “Sempre que estiverem no carro, elas devem estar no equipamento adequado. Se você a levar uma vez no colo, é bem provável que da próxima vez ela rejeite a cadeirinha. Segurança não é um item negociável e a criança precisa entender as regras”, explica Alessandra. Quando parentes ou amigos estiverem no carro, peça para eles colocarem o cinto e darem o exemplo. Isso vai estimular o seu filho a sentar-se corretamente.

5) Esquecer que você também é gente

Atenção para esse dado assustador da pesquisa americana: as mães dormem, em média, menos horas que um caminhoneiro (5h20 contra 6h50, respectivamente). O maior problema das noites mal dormidas é a diminuição do reflexo, ou seja, do tempo de resposta a acontecimentos inesperados. Isso não significa que você deve aposentar o carro até conseguir dormir uma noite inteira, mas não seja tão dura com você mesma. Quando se sentir muito cansada, evite dirigir. Se aquela saída for realmente necessária, peça ajuda para o pai, avós, amigas – ou vá de táxi, levando a cadeirinha junto. Há também mães que não se sentem seguras com um bebê no carro. Se esse for o seu caso, procure alguém para acompanhá-la no trajeto e possa sentar no banco de trás para olhar seu filho. Afinal, dirigir com as crianças também não precisa virar um sacrifício!

Fonte: Revista Crescer

Texto: Marcela Bourroul – (Revista Crescer)

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Drenagem na gravidez e no pós-parto, saúde e bem estar

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A Drenagem para as gravidas e para as mamães após o parto ajuda a reduzir o inchaço e também diminui as medidas. Mas existe muitas dúvidas na cabeça das mamães…

Por isso a Sameka separou uma matéria publicada na Revista Crescer com respostas de especialistas sobre algumas dessas dúvidas. Confira!

Na gravidez – 1. A drenagem linfática ajuda a reduzir o inchaço na gravidez? 

Sim. A drenagem linfática é uma técnica que, por meio da massagem, direciona o excesso de líquidos para os gânglios linfáticos. Dessa maneira, esse excesso é mais facilmente eliminado do organismo – muitas vezes, pela urina. Durante a gravidez, ocorre o aumento na produção hormonal. Isso leva, entre outras coisas, a uma tendência maior na reabsorção do sódio e uma consequente retenção hídrica, que se traduz em inchaço.

 

2. Qualquer gestante pode fazer?

Não. A drenagem linfática não é recomendada para grávidas que tenham hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda ou qualquer doença relacionada ao sistema linfático. Quem não apresenta esses problemas está liberada. Em geral, a massagem é mais recomendada a partir do terceiro mês de gestação.

 

3. É preciso ter o aval do obstetra?

Sim. O aval dele é fundamental para começar as sessões de drenagem. Somente com essa autorização, o fisioterapeuta pode aplicar a massagem. Dica: peça a indicação ao seu obstetra de clínicas e profissionais confiáveis para aplicar a drenagem linfática.

 

4 . O feto não corre nenhum perigo?

Não. A drenagem linfática ativa apenas os sistemas linfático e venoso. Os fisioterapeutas não mexem no bebê e nem nas regiões próxima a ele.

 

5. A grávida deve ficar em que posição para que a massagem seja segura?

Há duas posições na drenagem linfática em gestantes: de barriga para cima ou deitada de lado. Essas são as mais comuns e seguras. No entanto, é sempre bom falar com a fisioterapeuta caso você não se sinta confortável em uma dessas posições.

 

6. Quais os benefícios dessa massagem para a grávida e a periodicidade recomendável?

A drenagem linfática ativa as circulações venosas e linfáticas e, assim, reduz a retenção de líquido e diminui o inchaço. De quebra, a massagem também relaxa, alivia a tensão e as dores musculares. Sobre a periodicidade, o ideal é combinar isso com seu obstetra. De modo geral, o recomendável é fazer até duas sessões por semana.

 

7. É verdade que a drenagem diminui a celulite e as estrias?

A drenagem ajuda na diminuição da celulite. Já para as estrias, não é tão indicada. Como a celulite é uma inflamação na célula causada pelo acúmulo de gordura, ela pode ser eliminada ou reduzida por meio da drenagem. Os movimentos circulares melhoram o aspecto de furinhos. No entanto, ela não elimina as estrias, pois a massagem trabalha apenas com os sistemas linfático e venoso. Como a estria aparece por causa do rompimento das fibras elásticas na pele, é preciso procurar um tratamento mais indicado.

 

No pós parto –  8. A drenagem ajuda a reduzir o inchaço depois do parto?

Sim. Como a drenagem é uma técnica que ajuda na eliminação das toxinas e excesso de líquidos, o inchaço diminui.

 

9. Quanto tempo depois do parto a mulher pode fazê-la?

Na maioria das vezes, os obstetras liberam logo após o parto. É importante checar com o seu médico se ele autoriza ou não a massagem nessa fase.

 

10. É verdade que a drenagem ajuda a mulher a emagrecer?

Não. A drenagem não emagrece. Ela apenas ajuda na redução de medidas decorrentes do acúmulo de líquidos.

 

11. Mesmo quem fez cesárea pode fazer drenagem?

Sim. Desde que o médico tenha dado o aval. Em alguns casos, o obstetra espera a completa cicatrização da cesárea, o que pode demorar até um mês.

 

Fonte: Revista Crescer > Matéria de Ana Júlia Agostinho em 02.12.2011

 

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