Archive for agosto, 2013

O Primeiro Ano de vida do bebê

O primeiro ano de vida de seu bebê é uma fase de incríveis mudanças.

Segurá-lo e responder quando ele chora é essencial para construir o relacionamento entre pais e filho. Você não estará mimando nem mal-acostumando o seu bebê ao estar imediatamente ao seu lado quando ele chora.
Descreva cada atividade. Ele pode ser bem novinho e você achar que não faz efeito mas faz. Você também pode impressionar-se ao ver o quanto o seu bebê vai gostar de ouvir você cantar.
Não se preocupe em desafinar ou fazer feio, ele adora ouvir a voz da pessoa amada, que cuida dele com tanto carinho e se comunica com ele, também cantando.
Para estimular o intelecto e começar a desenvolver a linguagem, converse com o seu bebê durante as atividades que você performa com ele.
Lembre-se, crianças apresentam diferenças e uma pode desenvolver em certas áreas antes que outras ou um pouco mais tarde.
Texto: Social Media
Foto: Cafe.ebc.com.br
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Os primeiros passinhos do bebê

É comum as mamães ficarem ansiosas para que seu bebê dê os primeiros passos. É importante lembrar que cada criança tem seu tempo de amadurecimento, mas, nem por isso a mãe tem que deixar de encorajá-lo. “A mãe pode segurar as mãos do bebê para que ele se sinta mais seguro e confiante, desde que não o force para esta tarefa e que esteja na idade adequada para não machucá-lo. Geralmente, a criança começa a andar a partir de 11 meses ou um ano de idade”, afirma Carla Cristina Miyashiro, psicóloga do Aprimore (Associação de profissionais especializados em terapia e coaching para auxiliar as pessoas na busca da vida que elas querem ter).
As brincadeiras no chão também são boas iniciativas para desenvolver as habilidades necessárias para o andar. “Os brinquedos devem ser adequados para a idade, para não colocar em risco a saúde das crianças. Os coloridos costumam atrair mais os bebês, já os tecnológicos, costumam irritá-los e não o ajudam em seu desenvolvimento”, recomenda a especialista.   O pediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), Renato Cascapera Jr., aconselha que a mãe só estimule o filho para caminhar, afastando-se dele, quando a criança já tiver alguma habilidade ou conseguir se levantar sozinha ou andar com apoio. “O ideal é segurar as mãos dele, e, conforme estiver mais confiante, soltar uma das mãos. Quando ele conseguir dar alguns passos sozinhos, aí sim, chamá-lo para vir até você.”
Os profissionais, no entanto, não recomendam o uso de andadores para “adiantar o processo”, pois o aparelho não desenvolve o andar natural e causa muitos acidentes. “Cair da escada, puxar a toalha da mesa e derrubar objetos sobre si são os acidentes mais comuns. O cercadinho (chiqueirinho) é mais indicado, por ser seguro e eficaz no estímulo ao andar”, aconselha Renato.  É importante incentivar a criança a andar com os pés descalços e em diferentes texturas para estimular a musculatura do pé, melhorar a curva da sola do pé, e dar mais firmeza no andar.
Além disso, andar em solos irregulares aumenta os estímulos sensoriais e estimula os músculos de forma diferente.  É recomendado também agir naturalmente nos primeiros tombos, pois a queda faz parte do aprendizado. “O ideal é lidar com naturalidade e tranquilidade. Desta forma, o bebê sente segurança ao perceber que está tudo bem e pode confiar novamente em seus próximos passos”
Fonte: http://www.atmosferafeminina.com.br/
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Hora para dormir, hora para mamar.

Crianças não nascem sabendo dormir. Elas criam rituais de adormecimento com o tempo e são esses rituais que serão seguidos até que se mostrem a elas novos rituais para fases posteriores. 

O ritmo que rege o dia da criança não é o circadiano (comem de dia e dormem à noite) e sim o ultradiano (comem e dormem de dia e à noite, sem distinção). E isso acontece porque a glândula pineal, que libera a melatonina (os hormônios do sono), ainda não está amadurecida. 

Isso posto, é fácil entender que não adianta tentar, antes dos três meses de vida, estabelecer qualquer rotina no sono do bebê. Até essa idade ele mama, dorme, acorda, faz xixi e cocô não necessariamente nessa ordem, nem com essa frequência. Mas já é possível perceber algumas preferências do bebê e temos como mudar algumas delas.

Ainda assim, há um período do dia em que eles esticam um pouco o intervalo de mamadas e dormem mais. É aqui que aparecem os bebês que trocam o dia pela noite, mas não é tão mal, tão definitivo e nem tão difícil assim.

A princípio, é só iniciar com a livre-demanda no aleitamento materno e os intervalos estarão não tão regulados a ponto de permitir essa “esticada de sono dia”.

Aos poucos, os intervalos se estabelecem entre 2 e 4 horas, contadas de começo a começo de mamada (não de fim da mamada ao começo da próxima).

Se você perceber que já se passaram três horas e a tendência do seu bebê é que ele vá passar longe desse período, mesmo dormindo, tente dar de mamar a ele em seu colo. Isso também é livre-demanda (mamar quando o bebê pedir e quando você quiser oferecer).

Essa dinâmica poderá criar no bebê uma nova rotina de intervalos de mamadas.

 

Fonte Guia do Bebê

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Cuidado redobrado com a pele do bebê

A pele do bebê é bem diferente da pele dos adultos. Ela é mais fina – cerca de metade da espessura da pele de um adulto  – tem menos pelos, as glândulas que produzem o suor ainda são imaturas e as células que produzem a coloração da pele estão em menor atividade.

Por tudo isso, a pele da criança é muito sensível ao calor e a luz do sol, precisando ser constantemente protegida. É muito comum o aparecimento de brotoejas (entupimento das glândulas sudoríparas) principalmente no calor. Com o suor obstruído em função da brotoeja, cria-se uma inflamação, causando irritação na pele.

O bebê também tem uma maior dificuldade em manter a temperatura do corpo, sua pele fina e sensível não lida bem com o frio e calor, já que sua camada de gordura localizada sob a pele é pouca e não faz um bom isolamento térmico. Em temperaturas mais amenas o ideal é agasalhar bem os bebês e no calor sempre estar de olho para que as brotoejas não apareçam.

E por ser muito fina, a pele da criança absorve muitas substâncias, sejam substâncias tóxicas ou não. Deve-se tomar muito cuidado com o que passar na pele desses pequenos, pois podem desenvolver bolhas ou feridas ao serem expostas ao calor, irritantes químicos, traumatismo ou doenças inflamatórias.

O banho deve ser rápido e com sabonete de PH neutro, preferencialmente no umbigo, pescoço, axilas e área das fraldas, regiões onde as bactérias se proliferam mais facilmente.

Outra preocupação que deve ser constante desde cedo é com o câncer de pele. Crianças de até seis meses de idade não podem usar os protetores solares devido à ação tóxica desses produtos que podem provocar alergias. Nesse caso, o uso de bonés, roupas, guarda-sol e a não exposição da criança, de qualquer idade, ao sol das dez da manhã as quatro da tarde são essenciais para a proteção e prevenção de doenças de pele dos bebês.

 

Fonte: Guia do Bebê Uol

Texto: Social Media

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