Archive for fevereiro, 2013

Porque que tem bebês que dormem a noite toda? e Porque tem bebês que acordam a noite toda?

Há crianças que tiram todo o pique da mãe porque acordam o tempo todo, especialmente à noite, outras preocupam porque dormem demais. Seu filho é assim? Então descubra o que pode estar por trás dessa preguiça toda.

No primeiro mês de vida, é absolutamente normal ele ficar acordado somente para mamar e tomar banho. Sem saber diferenciar a noite do dia, dorme e acorda diversas vezes ao longo do dia. Vale lembrar que cada criança tem seu “jeitinho”.

A grande diferença está no passar dos meses, é normal que o bebê continue acordar varias vezes na noite e é nessa hora que deve entrar a disciplina dos pais.

Os especialistas indicam que os pequenos devem adormecer de forma correta e tranquila. E a primeira delas é não permitir que a criança durma no colo do adulto. Isso mesmo, nada de ‘nanar’ o seu bebê! A criança deve ser colocada ainda acordada em seu berço para que aprenda a adormecer sozinha. E nada de acordar o bebê à noite para a troca de fraldas. A higiene precisa ser feita antes do sono e as fraldas devem ser do tipo noturnas, que absorvem o xixi por mais tempo.

Noites em claro

Assim como os adultos, os bebês também podem sofrer de insônia. Ela caracteriza-se pela dificuldade em adormecer ou um grande número de despertares durante a noite com dificuldade em voltar ao sono. As causas para as noites em claro podem ser diversas, desde problemas orgânicos até situações psicológicas como ansiedade ou depressão. Mas muitas vezes a razão está nos hábitos dos pais.

A ausência ou desorganização nas pistas sensoriais que moldam o sono dos bebês, como excesso de luz e barulho, podem fazê-lo entender que não é hora de dormir.

Por isso, comece já a criar um clima adequado para o pequeno dormir. A partir dos três meses de idade, ele terá condições de consolidar as horas de sono. E você também!

 

 

Fonte: bebe.bolsademulher.com

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Quartinho do bebê pequeno? Como fazer para caber tudo…

Você olha para o quartinho e não consegue imaginar como colocar ali berço, cômoda, poltrona, lixeira, prateleiras, o bebê e, de quebra, brinquedos e bichinhos de pelúcia! …

Esse é o dilema da grande maioria das futuras mamães que optaram pelo novo padrão imobiliário de casas e apartamentos compactos. Como aproveitar o ambiente, para caber tudo?

A dica dos arquitetos e designer de interiores é apostar em peças multifuncionais, por exemplo um berço que tenha já embutidos gavetas e trocador, ou ainda aqueles móveis que ocupam o menor espaço possível com portas de correr.

Outra opção para ampliar o ambiente é pintar as paredes com cores claras, usar faixa no alto da parede em um tom diferente da cor da parede também dão essa impressão. Escolher móveis em cores claras e apostar na iluminação do ambiente são toques que transformam pequenos espaços no quarto dos sonhos.

Outra boa dica é substituir a tradicional poltrona de amamentação, por uma cadeira pequena porém bem estilosa e confortável. Essa você pode garimpar em um bom merca-tudo e investir na restauração.

Nesta que separamos, além de dar um ar super moderno ao quarto por ser de plástico, ainda tem os detalhes do pé em formato de balanço.

poltrona para quarto bebê

Já essa outra é uma restauração da poltrona vovó sem os braços e com um estofamento retrô de bolina contrastando com os tons claros da parede.

Outro destaque deste quarto é o balaio de bichinhos… amontoados no canto da parede dão um efeito bem agradável de uma ‘bagunça’ organizada.

O importante é aproveitar todo o espaço disponível e não encher o ambiente de móveis e detalhes, afinal o menos sempre é mais!

 

Texto Social Media

Fonte: Casa Brasil Designer e Negócios;  Bebê Abril.

 

 

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Festa de ‘Mesversário’

A moda agora é comemorar os meses de vida do Bebê.

As mamães famosas como Angêlica Huck e Adriane Galisteu investiram em megaproduções, mas você não precisa se preocupar! É possível festejar com muito capricho a festinha de ‘mesversário’ do seu pequeno sem fazer aquele arraso nas finanças. Afinal, a vida sempre deve ser festejada! 😉

Algumas ideias bem legais e simples para você se inspirar e fazer sua festa…

    Aniversário de 2 meses de Vittorio filho da apresentadora Adriane Galisteu com tema de leõezinhos.

Aposte no Simples

Na sua festa não pode faltar um bolo de aniversário, por isso um bolo pequenos branco com algum detalhe que remeta o bebê em cima como decoração são uma boa opção.

Se quiser fazer uma decoração para adequar o ambiente, não exagere nos temas… use cores como azul, rosa, tons pasteis e bem discretos afinal a criança é ainda um bebê e não entende.

É legal que a festinha seja em casa mesmo, assim aqueles  amigos e conhecidos que ainda não visitaram o bebê, devido a correria do dia a dia, podem conhece-lo. Mas convide os amigos mais próximos, o bebê ainda é novinho e não pode ser exposto a aglomeração de pessoas.

Além disso a festa deve rápida, por isso o cardápio não precisa ser requintado. Ofereça um chá da tarde, com uma mesa de bolos e doces, se bem caprichada serve de decoração, de salgado petiscos leves, e muita variedade de sucos, chás gelados e drinks sem álcool.

E para fechar a festa não esqueça das lembrancinhas! Aposte em mimos que os convidados possam guardá-los e tê-los como recordação.

Lembrancinha Sameka

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5 erros mais comuns que as mães cometem no trânsito

  shutterstock

A revista americana American Baby e o Safe Kids Worldwide, organização internacional que divulga informações sobre segurança infantil, anunciaram os resultados de uma pesquisa exclusiva sobre mães no trânsito. Eles descobriram que 10% das 2,4 mil entrevistadas já bateram o carro enquanto transportavam os filhos. Aqui no Brasil, infelizmente, não há dados específicos sobre pais ou mães, mas números do Ministério da Saúde mostram que acidentes de automóvel estão entre as três principais causas de morte acidental de crianças entre 0 e 9 anos.

Esses dados são de 2010, e a expectativa é que os números mudem com a adoção da lei das cadeirinhas, que entrou em vigor no mesmo ano. Mesmo assim, é papel do motorista fazer o melhor para evitar acidentes. Com base na pesquisa americana, especialistas brasileiros levantaram os cinco erros mais comuns que as mães cometem ao dirigir com as crianças e, claro, como evitá-los. Confira:

1) Preocupar-se com coisas demais enquanto dirige

“Tornou-se parte da nossa cultura não apenas dirigir, mas dirigir fazendo vinte outras coisas”, mas há um pequeno detalhe biológico que não podemos desconsiderar: ser multi-tarefa é uma característica das mulheres, especialmente após o nascimento dos filhos. Os hormônios envolvidos na gravidez e no parto agem sobre as estruturas neurais, alterando a atenção e a memória. É por isso que elas conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo e guardar um monte de informações. No entanto, essa característica pode dar à mãe a sensação de que está sobrecarregada ou que não consegue direcionar seu foco para uma coisa só – por exemplo, prestar atenção no trânsito. Segundo o neurologista Rodrigo Schultz, do Instituto da Memória da Univerdade Federal de São Paulo, algumas coisas podem ajudar as mulheres a se concentrarem. Uma delas é se planejar e fazer sempre um check-list antes de entrar no carro. Assim, quando você começar a dirigir não precisa ficar se perguntando se colocou o cinto na criança, pegou as fraldas e trancou a porta de casa. Se estiver em uma rua movimentada e seu filho quiser conversar, explique que precisa se concentrar e que dará atenção em alguns minutos. Se possível, deixe algo com a criança para ela se entreter. Importante é evitar tirar os olhos do trânsito.

2) Mexer em celulares e tablets

De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), falar ao celular segurando o telefone é a principal distração no trânsito. Para as mães, o cenário não é diferente. A pesquisa americana revelou que 78% das entrevistadas falam ao telefone enquanto dirigem e 26% checam e-mails ao volante. Em uma enquete feita no Facebook da Revista CRESCER, 48% das mães que responderam confessaram que sempre atendem o celular no volante, um hábito tão perigoso quanto dirigir alcoolizado. Por isso, da próxima vez que o celular tocar no carro, pense na segurança de todos. Se a ansiedade for muito grande, experimente colocar os aparelhos no modo silencioso e deixá-los dentro da bolsa.

3) Resolver problemas da criança com o carro em movimento

É instintivo. Quando percebemos algo de errado, o bebê chora ou os irmãos brigam, a reação imediata é olhar para o banco de trás, esticar os braços e tentar resolver o problema. O capitão Paulo Oliveira, chefe do setor operacional do Comando de Policiamento de Trânsito da Capital (SP), alerta que essa não é a melhor solução. “A gente sabe que com criança é complicado, nunca sabemos o que ela está aprontando ali atrás. Mas é importante não perder o foco no trânsito. Caso o motorista precise tomar alguma providência, deve estacionar em local seguro”. Ou seja, se você acha que aquele choro é mais do que uma manha ou sentiu que alguma coisa não vai bem com a criança, o ideal é parar o carro. Em caso de viagens longas, Alessandra Françóia, da ONG Criança Segura, recomenda que os pais façam uma pausa de hora em hora para evitar que as crianças fiquem irritadas.

4) Uso inadequado de equipamentos de segurança

Sim, o uso de equipamentos de segurança para as crianças virou lei, mas instalar os acessórios de forma incorreta pode ser tão ruim quanto não tê-los. Antes de mais nada, é preciso saber quais são esses equipamentos: para bebês de até 1 ano, o bebê conforto; para crianças de 1 a 4 anos, a cadeirinha; para crianças de 4 a 7, o assento de elevação. A partir dessa idade, o cinto de segurança sempre. Para evitar problemas, só compre produtos certificados pelo Inmetro e siga os manuais de instrução. Outra dica importante é não abrir exceções para as crianças. “Sempre que estiverem no carro, elas devem estar no equipamento adequado. Se você a levar uma vez no colo, é bem provável que da próxima vez ela rejeite a cadeirinha. Segurança não é um item negociável e a criança precisa entender as regras”, explica Alessandra. Quando parentes ou amigos estiverem no carro, peça para eles colocarem o cinto e darem o exemplo. Isso vai estimular o seu filho a sentar-se corretamente.

5) Esquecer que você também é gente

Atenção para esse dado assustador da pesquisa americana: as mães dormem, em média, menos horas que um caminhoneiro (5h20 contra 6h50, respectivamente). O maior problema das noites mal dormidas é a diminuição do reflexo, ou seja, do tempo de resposta a acontecimentos inesperados. Isso não significa que você deve aposentar o carro até conseguir dormir uma noite inteira, mas não seja tão dura com você mesma. Quando se sentir muito cansada, evite dirigir. Se aquela saída for realmente necessária, peça ajuda para o pai, avós, amigas – ou vá de táxi, levando a cadeirinha junto. Há também mães que não se sentem seguras com um bebê no carro. Se esse for o seu caso, procure alguém para acompanhá-la no trajeto e possa sentar no banco de trás para olhar seu filho. Afinal, dirigir com as crianças também não precisa virar um sacrifício!

Fonte: Revista Crescer

Texto: Marcela Bourroul – (Revista Crescer)

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Drenagem na gravidez e no pós-parto, saúde e bem estar

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A Drenagem para as gravidas e para as mamães após o parto ajuda a reduzir o inchaço e também diminui as medidas. Mas existe muitas dúvidas na cabeça das mamães…

Por isso a Sameka separou uma matéria publicada na Revista Crescer com respostas de especialistas sobre algumas dessas dúvidas. Confira!

Na gravidez – 1. A drenagem linfática ajuda a reduzir o inchaço na gravidez? 

Sim. A drenagem linfática é uma técnica que, por meio da massagem, direciona o excesso de líquidos para os gânglios linfáticos. Dessa maneira, esse excesso é mais facilmente eliminado do organismo – muitas vezes, pela urina. Durante a gravidez, ocorre o aumento na produção hormonal. Isso leva, entre outras coisas, a uma tendência maior na reabsorção do sódio e uma consequente retenção hídrica, que se traduz em inchaço.

 

2. Qualquer gestante pode fazer?

Não. A drenagem linfática não é recomendada para grávidas que tenham hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda ou qualquer doença relacionada ao sistema linfático. Quem não apresenta esses problemas está liberada. Em geral, a massagem é mais recomendada a partir do terceiro mês de gestação.

 

3. É preciso ter o aval do obstetra?

Sim. O aval dele é fundamental para começar as sessões de drenagem. Somente com essa autorização, o fisioterapeuta pode aplicar a massagem. Dica: peça a indicação ao seu obstetra de clínicas e profissionais confiáveis para aplicar a drenagem linfática.

 

4 . O feto não corre nenhum perigo?

Não. A drenagem linfática ativa apenas os sistemas linfático e venoso. Os fisioterapeutas não mexem no bebê e nem nas regiões próxima a ele.

 

5. A grávida deve ficar em que posição para que a massagem seja segura?

Há duas posições na drenagem linfática em gestantes: de barriga para cima ou deitada de lado. Essas são as mais comuns e seguras. No entanto, é sempre bom falar com a fisioterapeuta caso você não se sinta confortável em uma dessas posições.

 

6. Quais os benefícios dessa massagem para a grávida e a periodicidade recomendável?

A drenagem linfática ativa as circulações venosas e linfáticas e, assim, reduz a retenção de líquido e diminui o inchaço. De quebra, a massagem também relaxa, alivia a tensão e as dores musculares. Sobre a periodicidade, o ideal é combinar isso com seu obstetra. De modo geral, o recomendável é fazer até duas sessões por semana.

 

7. É verdade que a drenagem diminui a celulite e as estrias?

A drenagem ajuda na diminuição da celulite. Já para as estrias, não é tão indicada. Como a celulite é uma inflamação na célula causada pelo acúmulo de gordura, ela pode ser eliminada ou reduzida por meio da drenagem. Os movimentos circulares melhoram o aspecto de furinhos. No entanto, ela não elimina as estrias, pois a massagem trabalha apenas com os sistemas linfático e venoso. Como a estria aparece por causa do rompimento das fibras elásticas na pele, é preciso procurar um tratamento mais indicado.

 

No pós parto –  8. A drenagem ajuda a reduzir o inchaço depois do parto?

Sim. Como a drenagem é uma técnica que ajuda na eliminação das toxinas e excesso de líquidos, o inchaço diminui.

 

9. Quanto tempo depois do parto a mulher pode fazê-la?

Na maioria das vezes, os obstetras liberam logo após o parto. É importante checar com o seu médico se ele autoriza ou não a massagem nessa fase.

 

10. É verdade que a drenagem ajuda a mulher a emagrecer?

Não. A drenagem não emagrece. Ela apenas ajuda na redução de medidas decorrentes do acúmulo de líquidos.

 

11. Mesmo quem fez cesárea pode fazer drenagem?

Sim. Desde que o médico tenha dado o aval. Em alguns casos, o obstetra espera a completa cicatrização da cesárea, o que pode demorar até um mês.

 

Fonte: Revista Crescer > Matéria de Ana Júlia Agostinho em 02.12.2011

 

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