Archive for janeiro, 2013

Desabafo sobre amamentação

Amamentar um ato de amor, mas e quando o leite materno seca ou não é suficiente para sustentar o bebê? O que fazer para não entrar em parafuso!

Confira o relato da Silvia Sant’Ana publicado em 28/09/2012 no portal da Revista Pais & Filhos  para ajudar você neste dilema da maternidade!

Por Sílvia Sant’Ana de Oliveira, mãe de Davi.

Desabafo sobre amamentação

“Bom, eu já estou querendo escrever sobre isso há algum tempo. Mas agora o negócio brotou na minha mente de um jeito que eu não posso deixar essa inspiração passar.

Ainda na faculdade de Psicologia, quando eu não estava nem perto de ser mãe, estudei e li vários textos (principalmente de autores ligados à Psicanálise e às áreas ligadas ao desenvolvimento infantil em geral) falando sobre a relação mãe – bebê. Aspectos psicológicos ligados à gestação, amamentação e maternidade em geral sempre me interessaram porque eu queria fazer carreira com crianças / famílias e, além disso, sempre quis ser mãe.
Venho pensando, especificamente sobre amamentação muito antes de ser mãe. Acompanhei várias amigas mães, li sobre o assunto e agora que eu sou mãe, tive a minha experiência e cheguei a uma conclusão.
E a minha conclusão é: no fim de tudo, ninguém, ou quase ninguém, consegue enxergar a mãe como sujeito nesse processo. A mãe é só o peito, o leite. Diz a ‘lenda’ que amamentar é um ato de amor. A mídia, a maior parte dos médicos e várias pessoas ‘comuns’ dizem que você tem de amamentar, custe o que custar, doa o que doer. Porque se você não amamenta, você deixa de ter uma vinculação fundamental com seu filho. Se você não amamenta, você não ama seu filho. Não importa se o seu peito está extremamente machucado, não deixe de amamentar! Não importa se o seu bebê fica 40 minutos em cada mama e você passa o dia super cansada e o bebê continua a chorar de fome. Não tire o leite com a bomba, faça a ordenha da maneira mais demorada. Não coloque o seu leite numa mamadeira para que alguém (o pai, por exemplo) possa te ajudar nos dias em que você estiver mais cansada ou machucada. Adote a livre demanda, ou seja, deixe o seu bebê mamar o tempo inteiro, quando quiser. São essas e outras que a gente ouve o tempo todo.
Não estou diminuindo a importância da amamentação (e no caso, da amamentação exclusiva). É claro que eu entendo que o leite materno é ótimo, rico em nutrientes necessários ao crescimento e desenvolvimento do bebê. E é claro que incentivar essa prática é bom e até necessário. A minha questão aqui é a pressão louca e desnecessária que é feita em cima disso.
Meu bebê tem quase 2 meses e está se alimentando de leite artificial. É claro que eu queria que ele se fartasse com o meu leite, mas o meu leite era pouquíssimo. Ele ficava mais de 40 minutos em cada mama e continuava a chorar de fome. Eu estava toda machucada, dormindo pouco e nada disso estava adiantando. O leite artificial entrou como complemento, mas como ele tinha (e ainda tem) muita fome logo o peito passou a ser o complemento. Meu marido e eu entendemos que era mais importante que o nosso filho estivesse alimentado, independente dos meios. Em pouco tempo o meu leite secou. E eu ainda tive que ouvir coisas do tipo: “é… o leite secou porque não estimulou né?” com aquele olhar condenador. Entretanto, nenhum dos meus “condenadores” veio passar um dia comigo para ver a angústia do meu bebê faminto tentando sugar um leite que não vinha, ou vinha em gotas.
Querendo ou não, lá no fundo a gente fica numa situação de conflito interno por conta de toda essa pressão. O terrorismo em torno das mamadeiras, das fórmulas de leite artificial e a piração com a amamentação é tão grande que tem de ser muito ‘zen’ ou completamente descolada pra não se sentir ‘contra a parede’, principalmente quando se é mãe de primeira viagem. A maior parte dos pediatras e os ‘radicais fundamentalistas’ em geral da amamentação querem pular no seu pescoço quando você diz que está dando mamadeira. Mas eles não param para te perguntar como você está se sentindo, quais são as dificuldades, e quando você fala, geralmente é interrompida pelas frases: “é, mas tem que insistir. Não pode parar de amamentar.” Será que é difícil perceber que quem está ali não é um ‘peito falante’ e sim uma pessoa?
E pensando desta forma, minha lógica me leva a crer que vários casos de Depressão Pós-Parto, Desordens de Humor ou de Ansiedade de mães podem ter seu estopim aí. Tem mãe que absorve tanto os ‘dogmas da maternidade perfeita’ que acaba ‘pirando’ porque realmente acredita que não será uma boa mãe se não amamentar o bebê com seu leite, por exemplo.
Depois de ligar as ideias e refletir, eu entendi o seguinte: amamentar NÃO é um ato de amor. É o ato de alimentar o seu filho, como outro qualquer. A vinculação fundamental com o bebê não depende do aleitamento materno. Você e seu bebê não vão se amar mais só porque o seu peito está na boca dele. Eu sei que tem um monte de mães ‘dando o sangue’ para manter seus bebês exclusivamente no peito, mas elas passam seus dias exaustas e o momento de amamentar, assim como qualquer outro, não se torna especial em nada.
Meu bebê mama na mamadeira, mas quando ele está mamando nós temos um momento especial. Ele se aconchega no meu colo, segura meu dedo, nós olhamos nos olhos um do outro, eu faço carinho nele, converso com ele…às vezes ele até adormece como um anjinho. E o meu marido também tem a oportunidade de viver esse momento com nosso filho, já que a mamadeira não é um “privilégio” só meu. Ele tem prazer em poder dar de mamar ao nosso filho nas madrugadas dos fins de semana para que eu possa ganhar umas horinhas a mais de sono.
E tem mais: vínculo com o bebê se faz ao longo dos dias, não só na alimentação. Amor, a gente demonstra de várias formas. O vínculo é feito no toque, nos olhares, na voz. Quando meu bebê está acordado eu tenho um tempo de qualidade com ele. Embora ele seja pequeno ainda, eu paro pra brincar, cantar pra ele, conversar, dar beijinhos, prestar atenção nas coisas novas que ele aprende e faz a cada dia.
Nós não precisamos ser mães perfeitas. Precisamos ser mães suficientemente boas, como diria Winnicott. Nossos filhos precisam de nós como pessoas inteiras, não só do nosso peito. Então minha querida, se você, como eu, não consegue ou não pode amamentar, relaxe, curta sua maternidade, ame seu bebê e, quando ele tiver fome, ofereça o que for possível e apropriado”.

Fonte> http://migre.me/d1pjs

 

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De fotógrafa, toda mãe tem um pouco…

Que mãe não ama fotografar as caras, bocas e poses dos pequenos?… Então confira algumas dicas de profissionais para o seu click ser ainda mais perfeito!

Naturalidade – É o primeiro mandamento da boa fotografia. Aproveite momentos espontâneos para capturar a graça do seu bebê. Segundo a fotógrafa Kamille Raupp, de São Paulo, as crianças não gostam de sair da rotina, por isso os pais não conseguem tirar as fotos, então a dica é aproveitar aquele momento únicos, sem necessidade de poses para a foto.

O modelo – Se o seu bebê não acordou de um pouco enjoadinho, gripadinho ou sonolento não insista na fotografia.

Hora do Click – O bebê não entende a expressão “olhe o passarinho” então não espere poses para as fotos, o ideal é que o pequeno esqueça da maquina em sua mão e aja naturalmente. Por isso mamães, não desgrude da câmera enquanto brinca com o filhote e dispare  cliques ocasionais só para descontrair, uma hora algum será interessante.

Luz –  A luz natural é perfeita para deixar as fotos mais naturais, por isso os períodos ideais com boa iluminação são até as 10 da manhã e após às 16 horas. Aproveite a luz do sol e ambiente externo para deixar a foto ainda mas bonita.

E boas fotos!

 

Texto Social Media  / Fonte Portal MdeMulher.abril.com.br

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Você é adpta do andador para bebês? Fique atenta!

A SBP Sociedade Brasileira de Pediatria iniciou uma campanha nacional para proibir o uso do equipamento para os bebês.

A justificativa para a ação é que segundo os pediatras, o equipamento ser inútil para o desenvolvimento dos bebês e além de seu uso poder causar serio acidentes.

Segunda a matéria publicada no portal da Folha de São Paulo, os médicos dizem que o andador dá uma mobilidade inadequada para a etapa de vida dos bebês e que, com seu uso, eles podem se aproximar de fogões, piscinas e produtos tóxicos. O equipamento pode também deixar de estimular certos músculos, o que vai atrasar os primeiros passos, segundos os médicos.

No Site da SBP (www.conversandocomopediatra.com.br), diz ainda que o andador confere independência à criança que ainda não tem a mínima noção de perigo. E compara a situação, a entregar a chave de um carro a um menino de dez anos. Já que o equipamento quando usadopode atingir a velocidade de até 1 m/s

Os médicos da SBP reforçam que os adultos responsáveis pelo cuidado do bebê devem preferir colocá-lo em um lugar seguro como um cercado com brinquedos quando não tenham condição de ficar o tempo todo ao lado do bebê. “Cercá-lo de um ambiente protetor, com dispositivos de segurança, como grades ou redes nas janelas; estas são medidas de proteção passiva, muito mais efetiva. O andador definitivamente não se enquadra neste esquema.”

E vocês mamães, o que vocês acham a respeito dessa proibição?

 

Texto Agência Social Media

Fonte folhauol.com.br

 

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Exercícios físico na gravidez e após o parto…

Quem disse que gravidez é sinônimo de dar pausa na sua rotina de exercícios físicos? Exatamente, é possível e muito saudável manter a rotina dos exercícios regulares antes, durante e depois da gravidez.

Dentro dos limites estipulados pelo médico, a atividade física proporciona uma série de benefícios para as gestantes e para o bebê. Uns dos principais são evitar doenças como hipertensão, diabetes, prevenir a obesidade, as dores no corpo, melhorar o sono e proporcionar a futura mamãe disposição e força para nova fase que irá chegar.

Após o parto, significam ainda tonificar e recompor os músculos muito exigidos durante a gravidez e principalmente no parto. Ainda neutralizam o estresse e a ansiedade da nova rotina.

Andar pode ser um bom recomeço para as mamães após o parto, na esteira em casa ou ao ar livre pode ser mais gostoso já que é possível carregar o bebê junto no carrinho ou em slings. Aproveite o frescor da manhã, antes das 9 horas, e faça uma caminhada leve de 30 a 40 minutos.

Já as mulheres mais acostumadas com a corrida, antes da gravidez, podem até voltar a correr, mas não esqueçam de sustentar as mamas com sutiãs e tops esportivos e se hidratar muito.

Outra boa dica é ser assistida por um profissional, um educador físico que irá orientar a carga de exercício ideal para não prejudicar a amamentação e voltar em forma com o corpo.

O importante sempre é ter a autorização médica e não ter preguiça de se mexer!

 

Texto Agência Social Media

Fonte: Bebê Abril.com.br

 

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2013 começou…

 

… e nós da Sameka já estamos preparando muitas novidades para você mamãe que acompanha nosso blog… Muitos posts e conteúdo interessante para auxiliar seu dia-a-dia e os cuidados com os seu bebê.

E uma das primeiras novidades de 2013 é o resultado do Concurso Cultural de Natal Sameka, que foi um sucesso!

Confira as frases vencedoras e os prêmio de cada uma das mamães sortudas e criativas contempladas…

1º LUGAR -“Como senti? As vezes parece fácil, e as vezes parece difícil… rs
Quando estava grávida já senti o amor, mas fui ter noção quando vi seu rostinho… foi como se tivesse tirado meu coração e tivesse colocado dentro dele, foi como eu abraçar e sentir o significado do infinito… É como sentir o amor de melhor qualidade que existe, puro, verdadeiro é amar um ser mais que a minha própria vida!” Luciana

PRÊMIO – Um ensaio fotográfico com a Fotografa Fernanda Santiago, um fotolivro e ainda 10 lembrancinhas e 1 par de sapatinhos personalizados.

2º LUGAR – “Foi assim que descobri que aqui dentro existia uma pessoa que dependeria de mim… que a partir dessa nova fase que estava entrando eu não me preocuparia mais comigo mesmo, mas sim com ele… é uma amor sem explicação… um amor sem timidez… um amor de mãe… curti cada dia, amar cada mudança… amar cada chutinhos ou chutões… cada mexidinha… é amar cada sonho com seu rostinho e amar muito mais ainda toda a felicidades que essa pessoinha tão pequena e tão indefesa pode nos proporcionar… como é fantástico conseguir separar esses tantos amores existentes… amor de namorado, de marido, amor de filho para mãe e o melhor amor de mãe… somos abençoadas por Deus por sermos priveligiadas com o dom de sermos mãe… um mundo mágico cheio de novas experiências…. e muitas mudanças…. Amo tudo isso… Amo ser mãe… mesmo que ainda você esteja ainda aqui guardadinho dentro de mim… Te amarei para sempre… para o resto de minha vida… Te amo Filho… Beijos via Barriga da mamãe… ”  Marielle

PRÊMIO – 10 lembrancinhas e 1 par de sapatinhos personalizados.

3º LUGAR – “Meu amor de mãe veio como meu bebê, uma surpresa e eu o senti! Senti quando ouvi as batidas do seu coraçãozinho, quando vi aqueles mais lindos borrões no exame de utrassonografia, senti quando passeava pela minha barriga dando pontapés em minha costela. Cada nova surpresa, mesmo que um pequeno detalhe, trazia um novo sorriso, as vezes até lágrimas de alegria e uma vontade imensa de proteger aquele pequeno ser. Amor de mãe é assim, desde o primeiro instante, ainda no ventre.” Stephani

PRÊMIO – 1 par de sapatinhos personalizados

Parabéns as três mamães sortudas e a todos que participaram do nosso concurso…


 

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